sábado, 3 de abril de 2010


Eu sei, por mais que tente é demasiado impossível de esquecer. Porque é que me roubas-te o mundo, a vida…

As minhas lágrimas são mais que a torrencial chuva que cai lá fora e eu ouço-a bater na janela do meu quarto, ao mesmo ritmo do meu coração, quase que faz música que acompanha as minhas memorias… o melhor tempo da minha vida. O abraço, o beijo, o sorriso, o toque, o 6, a tatuagem, a música.

A eternidade existia, encostada ao teu ombro… Consegues viver isto? Sentir as vibrações do sentimento que partilhávamos, devia arrepiar-te o meu sopro, o meu sussurrar ao ouvido que te amo… Parecia um conto de fadas.

Fizeste-me acreditar que a perfeição existia, e agora? Matas-te essa minha fantasia e a perfeição não existe mais… Porque é que tinha de ser assim?

Impossível? Eu achava que as coisas só eram impossíveis se não acreditássemos nelas e agora não acredito em parte da Felicidade. Felicidade – Falsidade, até a palavra é parecida…

Acabou. Podes sentir a minha necessidade de solidão, o meu medo de interacção. Podes sentir que nunca te vou esquecer, que vou ser sempre a que te ama como nunca ninguém te amou, de uma forma incondicional… Foi essa autenticidade que me levou a estar doida, louca, doente, apaixonada. És um vício. O reflexo da minha alma…

Faz-me um favor, sê feliz.

Nunca me esqueças :’(

Ana Freitas

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